Review do Minium Citabria

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brunollo
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Review do Minium Citabria

Mensagempor brunollo » 02 Dez 2008 15:28

[size=18:2d9c213402][color=red:2d9c213402][b:2d9c213402]REVIEW: MINIUM CITABRIA[/b:2d9c213402][/color:2d9c213402][/size:2d9c213402]

A linha Minium de microaviões é superatraente para os aeromodelistas em geral e os micromodelistas em particular. Pequenos, leves e práticos, os simpáticos aviõezinhos prometem diversão em qualquer lugar, desde ginásios fechados até um pequeno estacionamento ou praça. Eles são produzidos pela renomada fabricante de R/C Kyosho, e distribuídos tanto sob a marca japonesa quanto pela distribuidora americana de aeromodelos Parkzone.
A linha das pequenas aves é composta de clássicos da aviação civil e esportiva: Um Cessna 210, um Citabria e um Fly Baby. Os modelos possuem 3 canais, que controlam a aceleração do motor, o profundor e o leme. Para aproveitar as vendas de fim do ano, a Kyosho está lançando dois novos modelos: Um Edge 540 de 3 canais com ailerons em vez do leme, e o aguardado Piper Cherokee, de 4 canais, para uma experiência completa de vôo.

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[i:2d9c213402]Cessna 210, Citabria e Fly Baby: a linha original da Minium[/i:2d9c213402]

[URL=http://imageshack.us][img:2d9c213402]http://img394.imageshack.us/img394/2695/novidadesuf1.jpg[/img:2d9c213402][/URL]
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[i:2d9c213402]Edge 540 e Piper Cherokee: as novidades para o Natal[/i:2d9c213402]

Mas, será que eles realmente cumprem a promessa de um vôo descompromissado e divertido em virtualmente qualquer lugar? Pra responder a essa pergunta eu testei um dos aviõezinhos. O escolhido foi o Citabria distribuído pela Parkzone.

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[i:2d9c213402]A caixa promete![/i:2d9c213402]

[color=red:2d9c213402][b:2d9c213402]Bem empacotado[/b:2d9c213402][/color:2d9c213402]

O avião é exatamente o mesmo da Kyosho, mas o pacote é um pouco diferente. A Parkzone oferece os Citabrias com decalques mais atraentes e atuais que os antiquados adesivos da Kyosho. Ao abrir a caixa da Parkzone, uma grata surpresa: tudo vem bem fixado, o pacote é completo, com o avião montadinho, adesivado, o transmissor, manuais em inglês e português, o pacote de manutenção de motor e gearbox,o stand/carregador e a bateria LiPo 1s de 70mAh. A fábrica manda até as pilhas pros primeiros vôos! A caixa deve ser guardada, é definitivamente o melhor lugar pra manter a avezinha quando não está voando. Uma pena não ter alça, se não essa caixa poderia ser usada como case e iria tranquilamente para os locais de vôo!

[URL=http://imageshack.us][img:2d9c213402]http://img529.imageshack.us/img529/8700/serieembalagemreviewlk7.jpg[/img:2d9c213402][/URL]
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[i:2d9c213402]Tudo vem bem empacotado e firme dentro da caixa de isopor[/i:2d9c213402]

O transmissor de 4 canais oferecido pela Kyosho tem um seletor de modo de controle, 1 (europeu/japonês) ou 2 (americano/brasileiro) O rádio Parkzone já vem preparado para uso em modo 2, uma vez que é distribuído essencialmente nos Estados Unidos, e o seletor, que ainda está ali, fica inativo. Outra diferença é que o controle da Kyosho possui controles centralizados nos dois joysticks. Em outras palavras, o controle do acelerador fica sempre no meio, e tem uma mola ali! O da Parkzone já vem com o controle esquerdo, de aceleração, sem mola, como o padrão para os controles modo 2.

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[i:2d9c213402]O controle Minium comparado a um tradicional Futabão, o T6XAs[/i:2d9c213402]

Ergonomicamente o transmissor é ótimo: um pouco menor que um rádio Futaba, ainda assim tem espaço suficiente para os dedos trabalharem. Ele é pintado em uma atraente cor prata com empunhadura, detalhes e controles em preto. O acabamento da Parkzone é muito esmerado. Pequeno e muito leve, parece de brinquedo para quem está acostumado aos pesados controles padrão. MAS é só impressão, pois é um controle sofisticado. Os trims são digitais, como os dos transmissores de 2.4GHz habituais. Ao se acionar o trim se ouve uma escala musical ascendente para cada clique, com o tom de neutro mais longo. A vinculação, ou binding, é simples e vem bem explicada pelo manual de instruções. De qualquer forma, quando se compra o pacote completo o aviãozinho já vem vinculado de fábrica ao transmissor. A Kyosho oferece separadamente apenas o aviãozinho em pacotes “bind-and-fly” (vincule e voe), pra quem quiser ter mais de um modelo.
Infelizmente o transmissor funciona num sistema proprietário da Kyosho, não no padrão 2.4GHz usado em hobby (Spektrum/Futaba). Assim, não tem jeito de usar o transmissor com um receptor padrão pra voar os aviões maiores. E os Minium de 3 canais não funcionam com o transmissor de 4 canais do Piper Cherokee. A Kyosho deveria rever essa política para oferecer um pacote mais amigável aos seus clientes.

[color=red:2d9c213402][b:2d9c213402]Airbatic[/b:2d9c213402][/color:2d9c213402]

Depois de analisar o transmissor, chegou a hora de deitar os olhos no pequeno pássaro. Quem está acostumado aos glows ou aos elétricos vai se assustar ao ver algo do tamanho do aviãozinho de brinquedo do filho.

[URL=http://imageshack.us][img:2d9c213402]http://img133.imageshack.us/img133/1810/tamanhocomparativopn7.jpg[/img:2d9c213402][/URL]
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[i:2d9c213402]Ridiculamente minúsculo em cima de um Starflyer, comparável em tamanho a um Xtwin, envergadura de 2 CDs. É, ele é bem pequeno.[/i:2d9c213402]

Os 42 centímetros de envergadura parecem bem menores ao se pegar o avião com as mãos. Para um modelo desse tamanho, o efeito escala é ótimo: os adesivos são bonitos e vistosos (apesar de terem vindo mal-colados no meu Citabria – tive que retirar cuidadosamente e colar de novo), o avião tem proporções bem realistas (tirando o diedro muito acentuado do Citabria e do Fly Baby, enquanto nos aviões de verdade é pouco ou inexistente – o Cessna não passa essa impressão).

[URL=http://imageshack.us][img:2d9c213402]http://img140.imageshack.us/img140/5698/citabriavistasuperior2jz3.jpg[/img:2d9c213402][/URL]
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[i:2d9c213402]Vista superior: simpático[/i:2d9c213402]

Um detalhe que chama a atenção é o ângulo de downthrust da hélice: parece que o avião está com o motor quebrado, mas é intencional para estabilizar o vôo. Na parte inferior da fuselagem há 3 buracos redondos de 1cm, para ventilação do motor e do speed. O trem de pouso é feito de metal bem fino, e absorve bem os impactos de pousos não muito amanteigados. Porém, a ausência de polainas no trem principal (muita gente instala polainas feitas em Depron depois), associada a uma bequilha feiosa diminuem o efeito escala do aviãozinho. Kyosho, POLAINAS! O avião da Kyosho vem com estruturas de sustentação de asas. Puro charme visual, pois a versão da Parkzone não as tem.

[URL=http://imageshack.us][img:2d9c213402]http://img136.imageshack.us/img136/9005/seriedetalhesav9.jpg[/img:2d9c213402][/URL]
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[i:2d9c213402]Downthrust acentuado, buracos de ventilação bem bolados e trem de pouso feinho: detalhes[/i:2d9c213402]

[b:2d9c213402][color=red:2d9c213402]AAAAAAAALMOST READY TO FLY...[/color:2d9c213402][/b:2d9c213402]

A caixa vem propagandeando em letras enormes: READY TO FLY. Sí, pero no mucho... Antes de voar, uma coisa importante a se fazer é abrir a fuselagem do avião para lubrificar as engrenagens e o eixo da gearbox, pra evitar desgaste prematuro. A Parkzone envia um vidrinho com um óleo lubrificante não identificado (o meu veio quase vazio) e instruções de como proceder: VC tem que cortar o adesivo lateral com um estilete, abrir o avião, pingar uma gota de óleo em cada bucha do eixo e fechar o avião com fita durex, mesmo. Os modelos da Kyosho não vêm com o óleo para o motor, mas isso é fácil de resolver: quando abri o vidrinho, o cheiro do misterioso lubrificante tomou conta do ambiente e era inconfundível: óleo de castor... Algumas pessoas também usam silicone lubrificante com ótimos resultados.

[URL=http://imageshack.us][img:2d9c213402]http://img57.imageshack.us/img57/7944/manutencaodomotoregearbhl4.jpg[/img:2d9c213402][/URL]
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[i:2d9c213402]Manutenção do motor e gearbox: simples[/i:2d9c213402]

Feita essa “manutenção RTF” o próximo passo é instalar 4 pilhas pequenas no controle, outras 4 no stand/carregador e colocar a minúscula bateria pra carregar. Ela é tão pequena e leve que você dificilmente acreditaria que ela consegue botar esse bicho no céu. Em cerca de vinte minutos o LED do carregador começa a piscar lentamente, indicando que a carga está completa. De acordo com a Parkzone, um jogo de pilhas alcalinas consegue suprir cerca de 20 cargas (eu achei meio gastão). Retire a bateria do carregador, ligue o transmissor, conecte a bateria no avião e se prepare pra voar!

[URL=http://imageshack.us][img:2d9c213402]http://img125.imageshack.us/img125/1176/seriebateriaecarregadoree8.jpg[/img:2d9c213402][/URL]
[URL=http://g.imageshack.us/img125/seriebateriaecarregadoree8.jpg/1/][img:2d9c213402]http://img125.imageshack.us/img125/seriebateriaecarregadoree8.jpg/1/w640.png[/img:2d9c213402][/URL]
[i:2d9c213402]Bateria minúscula e carregador que serve de pod pro avião[/i:2d9c213402]

[b:2d9c213402][color=red:2d9c213402]Vamos voar?[/color:2d9c213402][/b:2d9c213402]
Agora é a hora da verdade: o Citabria voa bem como promete ou é só uma avezinha safada? Para tirar a dúvida, no dia em que desempacotei ele todo, mesmo sob chuva, eu botei o bicho pra voar. Onde? Desci meu prédio e fui voar no estacionamento em frente! Estava chuviscando e ventando muito. O primeiro vôo foi lançado da mão. Subiu que era uma maravilha, voou enfrentando o vento e nem ligando pros pingos de chuva. Fiz várias voltas e oitos, tentando criar um circuito no estacionamento apertado (deve ter uns 20X20 metros de área cheia de carros, árvores e postes de luz. Pra evitar esses obstáculos, subi o bichinho a mais de 10 metros, mais ou menos na altura do 5º andar, e voei brigando com o vento. Não dá pra voar num dia de tempestade, não, mas pelo tamanho ele enfrenta bem ventos fracos e médios.
Fiz várias voltas e comecei a me arriscar a fazer curvas estolando a ponta de asa, observar que, trimando ele uns dois cliques picado, ele fica muito mais veloz em vôo nivelado (o que também é bom pra enfrentar o vento) e trimando um clique cabrado ele voa lento, bem escala. O peso do dedo tem influência enorme no comportamento do bichinho. Como é extremamente leve, ele consegue fazer curvas de 180 graus em um raio inferior a 2m, se vc vier lento e fizer a curva apoiado no profundor e dando motor.na verdade, o abuso chegou ao ponto de ficar brincando de slalom nos postes de luz...
E acrobacias? Afinal de contas, é um Citabria! Os Loops saem com facilidade. Se a bateria estiver carregada, só é necessário acelerar tudo e em coisa de uns 5m de vôo nivelado ele vai atingir velocidade para completar um loop apertado, de profundor no talo. Se vc quiser fazer um loop mais aberto, tem que acelerar, dar uma pequena picada pra ele pegar um pouco de velocidade e cabrar com decisão. Mesma coisa se vocÊ estiver voando a mais de uns 5 minutos. A bateriazinha não vai conseguir empurrar o bicho pro loop sozinha, e precisa de um impulso. Rolls de leme são impraticáveis com ele. Uma vez apontando o nariz pro chão, ele desce desgovernado a menos que vc corrija e salve com profundor. Também achei muito difícil sair do loop em dorso segurando o bicho picado. Ele até voa uns 5 metros pra frente em dorso, mas perde altitude muito rápido e vc tem que descer do dorso completando o loop. O leme não consegue voltar ele pro vôo normal rapidamente.
Mas essas limitações ocorrem porque eu estava tentando um vôo muito além do qual o envelope dele foi projetado. O vôo dele, no geral, é uma delícia! Vôo nivelado lento, com realativamente pouca influência do vento, e muito divertido. Ele tem boa capacidade de manobra e, uma vez pegando o jeito de fazer curvas, vocÊ consegue voar tranquilamente com ele dentro de um lugar fechado como um galpão de oficina, sem temer a influência do vento, e com capacidade de manobra pra fazer uns circuitos simples e em oito deitado. O pouso parece feito pra ser de piloto automático. Com ele nivelado a coisa de um metro do chão, é só cortar o motor que ele desce controlado perdendo velocidade. Se você estiver num lugar sem vento, não tem nem que corrigir. Com habilidade, você traz ele no motor até 20cm do chão, corta o motor e pousa com ele correndo, controlando apenas com o profundor o pouso. Ele cumpre bem a promessa de fazer você se divertir com um vôo descompromissado e relaxante.

http://www.youtube.com/v/XSwIdvG89dI&hl=pt-br&fs=1
[i:2d9c213402]Vídeo do Citabria voando. É um vídeo não editado, de 2 minutos e meio, com um único vôo bem agradável e divertido. Ficou bom de assistir. Vale a pena ver em alta definição![/i:2d9c213402]

[b:2d9c213402][color=red:2d9c213402]Resistência e praticidade[/color:2d9c213402][/b:2d9c213402]
Uma outra coisa legal sobre esse aviãozinho é que, por ser leve e voar com pouca velocidade, a inércia dele pra se autodestruir numa lenha é mínima. O meu, em alguns pousos desastrados, deu de bico, asa, pilonou, e até pousou numa árvore! Nada, não quebrou nada, não empenou o eixo do motor, não desregulou nada, não amassou nada. A asa só rachou quando eu tentei tirá-lo da árvore e ela forçou num galho. O aviãozinho é delicado, e vc observa isso ao pegá-lo com as mãos. Mas é fácil de consertar, uma vez que é feito de EPP na fuselagem e Deprom nas asas. A Z-Poxi e a fita filamentosa resolveram a rachadura na minha asa, e o pequeno Citabria voou de novo muitas vezes! Inclusive, o vídeo que eu vou postar com um vôo ao ar livre foi com a asa consertada. O suporte do trem de pouso principal não agüenta pousos abusados, e fica folgado com facilidade. Nada que uma tira de fita filamentosa não fixe com facilidade. Em outro vôo, ao derrubar ele num telhado, ele sofreu um mal comum e mais sério entre os Minium: quebrou o eixo do gearbox. O conserto consistiu em pegar a hélice, retirar o toco de metal preso dentro dela, pegar uma agulha de injeção de 1mm de canal interno, encaixar a agulha no restante do eixo e colar os dois com CA, e fixar a hélice na ponta da agulha. O eixo ficou mais resistente e o aviãozinho voou de novo. E eu descobri os limites da resistência do Citabria. Resta refletir que se eu tivesse derrubado qualquer outra coisa com asas no telhado não teria sobrado nada pra contar a história...

[URL=http://imageshack.us][img:2d9c213402]http://img233.imageshack.us/img233/2903/serieconsertosbv2.jpg[/img:2d9c213402][/URL]
[URL=http://g.imageshack.us/img233/serieconsertosbv2.jpg/1/][img:2d9c213402]http://img233.imageshack.us/img233/serieconsertosbv2.jpg/1/w720.png[/img:2d9c213402][/URL]
[i:2d9c213402]Consertos são simples de se fazer no Minium[/i:2d9c213402]

[b:2d9c213402][color=red:2d9c213402]Vale a pena?[/color:2d9c213402][/b:2d9c213402]

Já dizia Fernando Pessoa, “tudo vale a pena se a alma não é pequena”. O aviãozinho é muito legal, e é uma diversão sem fim pra quem curte microvôo, pois pode voar em virtualmente qualquer lugar aberto, ou mesmo fechado com um pouco mais de espaço. Antes, com o dólar barato, vc colocava as mãos em um Minium por cerca de R$ 400,00 mais o frete comprando em lojas aqui no Brasil. Agora, depois da alta do dólar, o preço dele subiu bastante. VC vai pagar, com muita sorte, R$500,00 mais o frete no pacote, mas a média de preços estacionou nos R$ 600,00. É dinheiro suficiente pra construir dois kits elétricos de 1m de envergadura da GWS completos e com material de qualidade. Vale a pena se vocÊ curtir microvôo e usar bastante o bichinho. Andar com ele no porta-malas do carro é uma boa opção. Mas o preço faz a gente ficar balançado.

[color=red:2d9c213402][b:2d9c213402]Avaliação final do Micro Citabria:[/b:2d9c213402][/color:2d9c213402]

Prós:
-Diversão pura em pacote compacto: você consegue carregar o avião e o controle com uma só mão!
-Capacidade de voar em quase qualquer lugar; É muito melhor que um Xtwin nesse aspecto.
-Vôo real de 3 canais te dá muito domínio do bicho.
-Loops!
-Efeito escala muito bom, especialmente no ar.
-Adesivos da Parkzone são lindos!
-Embalagem muito bem-feita.
-Rádio e servos precisos.
-Qualidade de construção.
-Rádio da Parkzone já vem preparado para modo 2.
-carregador/stand prático e charmoso.
-Método de conserto exatamente igual ao dos irmãos maiores: cola epóxi e fita filamentosa!

Contras:
-Preço: muito caro no Brasil...
-A caixa não é um case! Se tivesse uma alça seria perfeita! A E-flite faz isso com os parkflyers dela.
-Adesivos vieram mal-colados no meu avião.
-Necessidade de manutenção no aviãozinho novo! Porque a fábrica não lubrifica a gearbox antes de fechar o aviãozinho?
-O speed eletrônico dele não tem corte por baixa tensão: isso pode prejudicar a bateria em longos períodos de uso. Pelo que eu li em documentação estrangeira, o speed de alguns Kyosho saiu com corte.
-Suporte do trem de pouso frágil, que folga com poucos pousos.
-Trem de pouso feioso.
-As árvores exercem uma estranha atração gravitacional sobre ele...
Vamos melhorar o nível do e-voo: se observar grosseria ou falta de educação, CLIQUE NO BOTÃO DENUNCIAR!!!

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biplano
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Mensagempor biplano » 03 Dez 2008 02:23

Excelente review e contribuição!! :)

Li que as baterias podem ser completamente carregadas em aproximadamente 20 min e é carga pra 15 minutos de vôo ininterrupto. Quantas cargas dessas será que dá pra fazer com as quatro pilhas mencionadas (recarregáveis)?
Hail to the Sky!

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brunollo
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Mensagempor brunollo » 03 Dez 2008 12:10

Opa! O manual diz que é possível fazer cerca de 20 cargas com um jogo de baterias. Editei o texto principal e já adicionei esse dado! Obrigado e um abraço!
Vamos melhorar o nível do e-voo: se observar grosseria ou falta de educação, CLIQUE NO BOTÃO DENUNCIAR!!!

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Edgard
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Mensagempor Edgard » 03 Dez 2008 21:07

Bruno,

Parabéns pelo review, ficou muito bom e vai ajudar muita gente.

Valeu


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